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Impressões

O blog da ANconsulting

Na revanche do analógico, a hora é de mudar e avançar

nosso artigo na Revista Abigraf 289 de maio/junho de 2017

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Dizem que leitores contumazes não procuram livros, eles os procuram. Pois em uma mensagem de um amigo me deparei no fim do ano passado com um lançamento feito no Estados Unidos de um livro que, posteriormente, foi considerado um dos 10 mais de 2016 pelo New York Times. Só consegui um exemplar em fevereiro, pois as edições iniciais – todas impressas -  se esgotaram rapidamente. Um livro imperdível porque ele toca diretamente o setor, embora não se restrinja a ele, e ao meu interesse de leitura, claro.

Me refiro ao The Revenge of Analog (a revanche do analógico) de David Sax, (Perseus Book Group, New York, 2016)  um escritor que criou a obra motivado pelo crescimento do interesse das pessoas pelas coisas e ideias tangíveis, por aquilo que pode ser sentido, tocado, sentido e que foram execradas e dadas como totalmente superadas pelos gurus das tecnologias digitais como filme fotográfico, cadernos de anotações,  livros impressos, discos de vinil, entre outras coisas. Ele foi atrás de empreendedores, pequenos negócios e mesmo grandes corporações como a Google que estão crescendo, alguns fortemente, em mercados onde não se vendem apps ou soluções virtuais, mas, sim, coisas reais, tangíveis.

O livro, dividido em duas partes, a revanche das coisas e a revanche das ideias, é em seu todo uma excelente leitura, mas destaco, por motivos óbvios, dois capítulos: a revanche do papel, na parte das coisas, e a revanche da impressão, na parte das ideias.  Na revanche do papel ele conta a história da criação e desenvolvimento do caderno Moleskine, um ícone que apesar de imitado e de ter até mesmo modelos com conexão digital, segue um campeão de vendas e arrebatador de fãs.

 

Na revanche da impressão temos sua melhor parte. David vasculha e mostra um crescente número de editores de revistas e até mesmo jornais de nicho com números crescentes de leitores e adeptos. Em novos modelos de edição e vendas, compartilhamentos e interesses onde, acima de tudo, prevalece o artigo físico, palpável, tangível.  Mais interessante é a observação de que essa busca pelo elemento real se dá exatamente pelo sucesso do digital.  Em um mundo cada vez mais integrado por celulares e redes virtuais, onde a comunicação flui e o digital é, sem dúvida, um sucesso, mais se começa a perceber as vantagens comparativas do material impresso em suas aplicações adequadas. Se o imediatismo da comunicação e da noticia beneficia o digital, a compreensão dos detalhes, o aprimoramento das ideias e a lógica do raciocínio são extremamente valorizados em materiais impressos e tangíveis.

Um dos fenômenos que atrai jovens leitores que estão redescobrindo jornais e revistas, mostra Sax, é o da “finishibility” ou, em tradução direta, a “terminalidade” da leitura. Ou seja, a possibilidade de se ler um artigo ou um ensaio do começo ao fim, sem se deixar distrair por links ou cliques que nos levam para outros complementos ou suplementos e que, em muitos casos, não nos permitem chegar ao ponto final e concluir a leitura inicial. 

Parece óbvio para quem está acostumado à leitura de revistas e jornais, mas não tão óbvio para milênios e outros jovens cada vez mais leitores de linhas, manchetes e códigos, todos em alta velocidade em aparatos digitais. Isso explica em parte a diminuição do crescimento e a estabilização em patamares aquém do esperado de e-books ou mesmo a preferência da leitura em material impresso de muitos jovens em universidades nos Estados Unidos e Europa. Como também explica o ressurgimento e o crescimento das livrarias de menor porte, mais especializadas, mais de acordo com o gosto e interesse do seu público local, cativo, interessado, em detrimento das mega stores, essas sim afetadas pelas vendas online da Amazon e que tais.

Alias a matéria de capa da última edição da revista Print Power da Two Sides, ressalta algo nesse sentido do interesse da leitura analógica ao mostrar pesquisas ressaltando os “notáveis benefícios neurológicos da leitura em material impresso” como alardeia sua chamada e enfatizando no artigo que o texto impresso “melhora a absorção e o entendimento do conhecimento e força uma conexão mais profunda com o leitor”.   Seja dito.

Pois bem. Como ressaltamos no ano passado em nossas conclusões sobre a Drupa, não há dúvida que o material impresso vive um período de revalorização e, entendendo melhor agora, também em função do sucesso do mundo digital, como ressaltou o Sax em seu livro. Como o digital funciona podemos ver com mais clareza onde e como ele funciona melhor e pior que outras mídias. Daí que o ressalvar das qualidades comparativas do impresso se dá em um ambiente menos maniqueísta, menos tendencioso.

O que não podemos, no entanto, é nos fiarmos que somente essa constatação dará sobrevida e continuidade aos nossos negócios na área gráfica. Ao contrário, a maior sobrevida do negócio virá não só do aproveitamento das oportunidades geradas pelas novas tecnologias e o atendimento das novas demandas dos clientes assim como pela incorporação e a integração do digital na oferta de serviços a esses mesmos clientes. Melhor dizendo, de aplicações que se aproveitem do melhor dos dois mundos na construção de uma oferta de serviços que solucione problemas enfrentados pelos clientes, já um jargão do que pregamos há tempo, mas que, infelizmente, ainda pouco absorvida pela média das empresas gráficas.  Um exemplo dessas aplicações é a de marketing direto integrado entre o digital e o material físico. Um imenso mundo a ser melhor ou totalmente explorado pelas gráficas

Já que falamos acima da Two Sides, são inúmeros os cases levantados por eles com essas aplicações e que, no Brasil, foram quase totalmente relegadas a agências de marketing direto que, por sua vez, priorizam o digital em detrimento do impresso. Há uma imensa oportunidade nesse campo onde o impresso tem uma parte importante no ciclo dessa comunicação: seja no engajamento inicial do cliente levando-o ao mundo digital, seja no complemento de informações customizadas, seja no uso de recursos como códigos QR ou mesmo de realidade aumentada como forma de integração e reforço de mensagem ou seja, principalmente, pelo incremento do ROI das campanhas.  São estratégias de marketing hoje chamadas de omnichannel ou multicanais que mais do que propaganda se preocupam em levar e assegurar que o consumidor tenha experiências positivas através da interação com as marcas. São multicanais por usarem mensagens impressas, online, em mídias sociais, e-mails e outras.

Já dedicamos artigos inteiros a isso, eventos e até mesmo um livro: Transpomo – oportunidades de marketing através de documentos transacionais.  Por que então voltar a isso? Exatamente pelo argumentado antes. Está na hora de movermos mais empresas gráficas para enfrentar os desafios crescentes que o mundo digital impõe e transformar esses desafios em oportunidades. Aproveitar as vantagens comparativas da impressão – que não vai morrer – e potencializa-la, integrando-a com o digital e criando soluções que agreguem mais valor ao faturamento.  Só imprimir não basta, ainda que muitos possam continuar sobrevivendo com a simples reprodução de originais, uma forma comoditizada de seguir no negócio. É preciso fazer mais. E há inúmeras oportunidades como nunca houve antes. Há muitos exemplos de gráficas estrangeiras que fizeram essa transição, mas poucos exemplos no Brasil, especialmente nessa área de marketing.

Falando em digital e em mudanças, faço também outra constatação, a de que muitas gráficas ainda relutam, incrivelmente, sobre a firme adoção da impressão digital em suas operações. Lembro que há alguns anos atrás quando trouxemos para o Brasil com o suporte da HP, Xerox, GMC e Alphagraphics, e criamos um movimento em torno da PODi – grupo de impressão digital especializado na coleta e divulgação de cases. Era um trabalho que visava, essencialmente, mostrar as oportunidades e os caminhos futuros através da adoção e as inúmeras aplicações da impressão digital. Os eventos mensais, os congressos anuais e as publicações em torno procuravam orientar as empresas e seus clientes na obtenção de melhores resultados com novas tecnologias.

Pois bem, não deveria, ainda hoje, ter mais resistências a essas tecnologias, mas muitos ainda as tem. Por desconhecimento, claro. O mais importante nesse caso, é destacar que as grandes oportunidades do setor vêm e seguirão vindo através da utilização da impressão digital, aliada a plataformas digitais de operação com a gestão de softwares específicos de acordo com nosso mercado ou clientes alvo. Mais do que discutir sua adoção, a dúvida hoje deveria estar em se saber se já é hora de adotar impressoras inkjets ao invés das de toner, os fluxos digitais de produção que maximizem a operação e coisas que tais.

O irônico é que para manter a relevância da impressão será cada vez mais necessária a adoção dessas plataformas e de sistemas de produção que permitam maior flexibilidade na execução de quantidades variáveis, muitas delas personalizadas e com prazos mínimos de produção. Aliadas a sistemas que permitam reduzir custos de processos de clientes. Como grandes estoques de livros em editoras, por exemplo. Qual a necessidade, hoje em dia, de se ter altos estoque de livros se podemos produzi-los a tempo, no seu consumo ou muito perto dele? Qual a oportunidade que se gera a uma editora de livros didáticos, por exemplo, poder produzir com custos adequados, livros específicos para escolas específicas? Qual a oportunidade de se poder permitir a uma editora gerenciar seu conteúdo através de plataformas digitais fornecidas pelas gráfica e que lhe permitam dar a saída para a mídia mais adequada: desktop, e-book, livro impresso uma a um ou em pequenas, médias e grandes tiragens? Ou não será ainda uma imensa oportunidade permitir a essas editoras essa flexibilização?

E atender a nichos?  Não há dúvidas que a gráfica tem diante de si todo um novo mundo de expressão de ideias, utilidades e formas de utilização de materiais impressos com muitos deles em nichos ainda pouco explorados. Como a impressão de materiais decorativos de todas as formas, ou mesmo a impressão de mobiliários, pisos e azulejos. A impressão de toda uma casa, de uma loja, de um bar.  Sem falar na impressão de tecidos que é um mundo à parte e um mercado com altíssimo potencial de crescimento. A comunicação visual em tecidos, outro nicho,  além de ecológica, tem um visual mais atrativo. O mundo e o mercado de imagens é outro em pleno crescimento. Basta ver as ofertas de fotobooks, fotozines e outros produtos com fotos e imagens geradas pelo cliente.  E por aí vai.

Parece conversa passada mas, na realidade, as coisas estão acontecendo agora e creio que é preciso retomar muitas dessas ideias para coloca-las em prática. A conversa é muito atual e mais do que nunca é preciso uma arrancada das empresas nessa direção. Romper as barreiras do sempre fizemos assim  e entender que o mundo mudou, o mercado mudou e que até a impressão está, ironicamente, se revalorizando, mas, exigindo novos modelos de negócio e novas construções de oferta que hoje a tecnologia permite.

A revanche do analógico é real. A valorização do impresso em suas vantagens comparativas também. Resta saber aproveitar isso da maneira mais adequada adaptando o negócio a essas sensibilidades dos clientes e dos mercados.

 

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Quem vai prevalecer? A pequena, a média ou a grande empresa gráfica? Ou você?

Voltamos a postar nossos artigos publicados em diferentes revistas e portais desde o ano passado.Acompanhe.

revista Abigraf 284 - set. 2016

No meio de agosto um discreto anuncio, publicado no portal da revista Exame, anunciava que o  Grupo Abril e a Log & Print fecharam acordo para a fusão dos seus negócios gráficos, operação ainda sujeita à assinatura dos documentos definitivos.. Nenhum comentário adicional se seguiu ao anúncio e pegou a muitos do meio gráfico de surpresa.

Na realidade não chega a ser uma real surpresa para quem acompanha com profundidade o setor. De um lado a Abril, em seu processo de reestruturação, por mais de uma vez já havia dado sinais de uma busca de solução para seu parque gráfico em razão seu total foco na geração de conteúdo. Por outro, os acionistas da gráfica de Vinhedo (SP), com seu apetite para negócios de há muito conhecido.

Essa consolidação de negócios também acompanha o que há muito se vê nos grandes centros gráficos mundiais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a redução de mais de 30% do número de empresas gráficas nos últimos 10 anos se deve, não só pelo fechamento de empresas, mas, em grande parte, pela concentração de negócios em um número menor de grandes empresas.

Duas são as razões básicas que levam a essa consolidação.  A oriunda da diminuição do mercado e redução de margens levando empresas a buscarem maior participação de mercado e redução de custos fixos pelo aumento da capacidade produtiva e redução de custos de gestão, sem dúvida é a de maior impulso hoje em dia. A consolidação de negócios levada pelos clientes é a segunda maior razão. Geralmente se dá através do atendimento de clientes globais dentro de requisitos estabelecidos pelas suas matrizes onde os clientes atraem seus fornecedores internacionais juntos com sua própria expansão. Em um mundo globalizado é um movimento natural e crescente.

Não é, claro, um fato novo no Brasil. Todos os mercados gráficos que apresentam volume são atrativos, em especial para grupos estrangeiros. Ondas de aquisição já passaram pelas áreas de embalagens e rótulos como o grupo Bemis e Toga, a CCL e vários outras. A antiga área de formulários, em seu auge, tinha a competição internacional da Moore e Interprint. O segmento editorial de há muito tem a Donnelley, a Quad Graphics assim como já teve a Quebecor.  Assim como na cadeia produtiva do setor cujos fornecedores de há muito tem o domínio de empresas internacionais cuja forma de entrada se deu pela compra de empresas locais, da mesma forma como ocorreu com clientes gráficos como, por exemplo, as grandes editoras internacionais. O mote dessas aquisições foi o tamanho do mercado brasileiro e as perspectivas de crescimento.

A consolidação de negócios entre empresas gráficas de grande porte no Brasil, como no caso da Abril, é sem duvida um novo capítulo. De há muito se fala da necessidade  da contração da oferta em vários dos seguimentos gráficos para adequação à demanda, mas poucos movimentos mais significativos são vistos, muito em função das dificuldades de empresas com base familiar e muito arraigadas ao negócio. Poderia ser um indicativo de que esse processo vai se acentuar no Brasil? Talvez sim, mas dependerá da questão econômica nos próximos meses.

Seja como for, uma questão frequentemente levantada é sobre onde a tendência de consolidação de negócios pode levar. O que deve predominar? Grandes, pequenas ou média empresas?

Pelo que se vê no mercado norte-americano e se ele pode servir de parâmetro, há sim uma concentração de negócios nos grandes grupos gráficos, há uma diminuição da quantidade de empresas independente do porte, mas não há a eliminação da pequena empresa, da pequena gráfica. Ainda mais se considerarmos as novas ofertas gráficas relacionadas a impressão funcional nos mais variados tipos de suporte e material.  Por certo que empresas desse porte também têm que adaptar às novas demandas de mercado e as novas maneiras como os consumidores estão buscando o material impresso.

Temos que entender que, na realidade, ninguém compra impressão. Os consumidores e as empresas compram o que a impressão faz bem em relação a outros produtos e serviços que possam fornecer os mesmo resultados. A impressão, ou o material impresso ainda se sobressai no que se refere a relevância, credibilidade, permanência e sensibilidade. Imprimimos e seguiremos imprimindo o que é relevante, até porque o material impresso tem permanência,  não é verdade? Afinal ainda podemos tocar nas bíblias impressas por Gutemberg, mas talvez nem possamos acessar arquivos digitais de três anos atrás. Ainda cremos mais no que lemos no físico do que no digital, em muitos casos, sem contar que muitos estudantes têm regressado aos livros de papel por sua concentração de leitura, ao contrário da leitura em aparatos digitais. Por fim a questão sensorial onde o tato, o olfato e, em especial, o visual ainda são infinitamente superiores ao digital. Se é que existem. Nem conto a questão de proteção e comunicação sobre os produtos proporcionadas pelas embalagens, ainda não substituídos pelo digital. A menos que as impressoras 3D do futuro nos permitam fazer tudo em casa...

Nesse mundo em transformação, a questão é que independente do porte da empresa,  precisamos saber nos comunicar com nossos possíveis clientes. Uma parte da redução do uso de materiais impressos se dá porque novas gerações de criadores, marqueteiros, publicitários e outros agentes nem tem levado a impressão em conta. O interessante é que quando entram em contato com o que se pode fazer com o material impresso dentro do complexo e absurdamente fragmentado mundo da comunicação de hoje, ficam entusiasmados. Foi um pouco o que se viu na última drupa, por exemplo, quando houve diversas manifestações de criativos e de pessoal de marketing no sentido de mostrar a importância que a impressão tem no sentido de atrair o cliente para o looping da comunicação ou mesmo de toca-lo no momento certo, com a mensagem certa e com a comunicação adequada. Fez parte da sensação sentida na sensação sentida na feira sobre o real posicionamento da impressão no mundo de hoje, ao contrário do cenário mais pessimista de quatro anos atrás.

A volta dos catálogos impressos das grandes cadeias de lojas norte-americanas nestes últimos dois anos é um exemplo real dessa história. Revigorados, adequados ao perfil dos clientes, customizados, envolventes e interativos, dando maior tempo e maior proximidade ao cliente para  sua decisão e repostas através dos sites online.

Dessa forma, ilusão pensar que a sobrevivência neste mercado virá em função do porte da empresa, mas, sim, da adequação das empresas a essa nova dinâmica e a essa novas exigências que nós mesmo como consumidores buscamos: rapidez, atendimento personalizado, melhor custo benefício, experiência positiva e atenção. Muita atenção ao que eu quero, como quero, quando quero e no preço que posso pagar.

Essa adaptação pode ser aparentemente mais fácil nas grandes empresas pelo maior acesso as novas tecnologias. Por outro lado empresas menores, startups e empresários sem ramificações anteriores no setor e, consequentemente, sem vícios setoriais, podem criar novos negócios com potencial de mudar a própria indústria.

Como bem o fizeram o Facebook, o Airbnb, o Uber e outros que nem sequer eram parte das industrias em que foram disruptivos.

Que tal ser o próximo disruptor, independente do seu tamanho?

 

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Dscoop: um evento abrangente e focado, dinâmico e vibrante

Participamos do Dscoop9 da HP. Um evento que vale a pena.
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A participação da Courier dos EUA na Digital Page, no Brasil, pode mudar o jogo no mercado de livros didáticos

Nossa visão sobre a nova oferta de impressão de livros didáticos customizados no Brasil
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Um mercado em transformação exige uma nova visão e abordagem comercial

Nosso artigo na revista Abigraf de setembro/13
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Se estamos em uma industria em transformação, é preciso se adaptar. Mas como?

Nosso artigo na revista 265 da Abigraf. A sequencia dos artigos do ano
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Ousadia, Inovação e Eficiência. Os focos de 2013.

Nosso artigo na Revista Abigraf que está em circulação

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A conscientização das mudanças setoriais

Nosso artigo na última revista Abigraf

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As Primeiras impressões da Drupa: Vibrante, Promissora e Confusa

O maior evento do mundo para o setor gráfico demonstrou uma vez mais sua força ao reunir um conjunto invejável de expositores, novas tecnologias e avanços nos desenvolvimentos iniciados nos últimos anos, especialmente na área digital, mas para onde vamos?

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